Seja Bem Vindo ao Mundo do SCB

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UM SÍMBOLO, UM CLUBE, UMA CIDADE ONDE MORA A EQUIPA MAIS FELIZ DO MUNDO ... A RAZÃO: SC BRAGA!

Desde 1921 a Criar Paixões

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domingo, 12 de dezembro de 2010

Grande jogo na Taça de Portugal





Adiado para hoje, dia 12 de Dezembro, devido á realização em Lisboa, da cimeira da NATO, na data prevista para esse jogo, a Luz vai receber duas equipas com estados de espirito diferente: Se ambos veem de uma derrota na Champions, o Benfica em casa frente ao Shalke 04 por 1-2, o Sp. Braga na Ucrania por 2-0 mas com a atenuante de estes terem lutado até ao último minuto por uma presença nos 1/16 de final da C-L e terem alcançado o 3º lugar, mas mais que isso conseguirem ser cabeças de série, ao contrário do seu opositor que apesar de igual classificação não vai sair como cabeça de série. Isto por si só pode trazer nuances a um jogo que se pretende vivo e jogado a bom ritmo com bons executantes e uma plateia a condizer.


Ao vencedor já é conhecido o seu adversário que será o Olhanense.


Os bracarenses apresentam-se com várias baixas sendo a última, Lima cuja rutura vai fazer com que pare um mes, no mínimo e por isso apareça nos relvados apenas em 2011. Mas pode-se juntar mais nomes como Felipe que apesar de operacional deverá dar o seu lugar a Artur que tem merecido a confiança de Domingos, o "xerife" Moisés esteio do centro da defesa, Miguel Garcia, Mossor´e Matheus a cumprirem castigo e Vandinho e Pauilão que se juntam aos citados Lima e Moisés.


Mas nada que tire o sono aos responsáveis arsenalistas que descem até à capital com um único objectivo: continuar em prova para dessa forma tornar realidade um dos sonhos para esta época: erguer a taça de Portugal no anfi-teatro do Jamor. E para que se volte a viver o sonho de 1966 quando o Sp. Braga venceu o Setúbal com golo de Perrichon.

Apostamos no seguinte escalonamento:

Artur

Sílvio Rodriguez Anibal Elderson

Andrès Madrid Luís Aguiar

Salino

Alan Élton Paulo César




Um Sonho chamado Champions League





Terminadas as emoções da primeira participação do Sp. Braga na mais prestigiada competição da UEFA, a Champions League, o balanço é bastante positivo, com os bracarenses a conseguirem um pecúlio de 9 pontos (o Milan passou á fase seguinte com...8 pontos), 9 pontos resultantes de 3 vitórias que encheram os cofres arsenalistas com mais 2,4 milões de euros.
Depois de um inicio confrangedor com duas derrotas volumosas, em Londres,no Emirates Stadium, casa do Arsenal FC, por 6-0, no Axa, com os ucranianos do S. Donetsk, por 0-3.
Depois o Sp. Braga embalou para três vitórias consecutivas: em Braga com os sérvios do Partizan de Blgrado- desta vez não houve "tiroteio" do guarda-redes Stojkovic- por 2-0, na Sérvia, num ambiente infernal ao qual o Sp. de Braga já está vacinado, triunfo por 1-0 e nota das notas quiça o maior resultado europeu do Sp. Braga, vitória no Axa por duas bolas a zero perante o seu homólogo de Londres e com a equipa principal e não com reservas como muitas vezes acontece, com Matheus a ser a estrela de uma noite de estrelas ao marcar os dois golos nos últimos 10 minutos. E com o último a encher as medidas dos olheiros de clubes europeus de topo.
Aliás esta participação na CL com a obtenção da terceira posição faz com que os arsenalistas sigam para a Liga Europa onde serão cabeças de série, ao contrário dos campeões nacionais, oaBenfica, que com os seus 6 pontos e igual posição atreve-se a ver atravessar-se no seu caminho uma das equipas oriundas da CL com melhor quoficiente (Ajax,Spartak Moskva...) ou então uma das equipas que ficar em 1º lugar na sua série.
Já o Sp. Braga, mercê dessa posição pode calhar em sorte de igual modo equipas da Champions mas com pior quoficiente: Basel,Rubin Kazan... ou um dos segundos classificados da Taça Europa.
Prémio mais que merecido para uma equipa que em pleno Verão já tinha surpreendido a Europa do futebol ao derrotar de forma convincente o Celtic de Glasgow com 3-0 no Axa e derrota tangencial na Escócia por 2-1 e com uma maior surpresa, mas só para quem não viu ou andou distraido, o todo poderoso espanhol Sevilha fresquinho na vitória da Taça do Rei e que nos anos recentes vencera por duas vezes a Taça Uefa e Supertaça Europeia. Duas vitórias, com 1-0 em Braga (Matheus, mais uma vez) e 4-3 na capital Andaluza (com magnifico haktric de Lima e um do habitué Matheus).
Esperemos pela próxima semana para ver no que dá em sorte as bolinhas no Fórum do Mónaco mas de uma coisa temos já certeza; em Fevereiro continuamos a ter europa em Braga e quem sabe será á terceira que chegamos aos quartos final depois de Werder Bremen e Paris Saint-Germain terem impedido esse desiderato.
Com o actual plantel e a abertura próxima do mercado de inverno para colmatar eventuais saídas ou uma ou outra posição que ainda não tenha dado tudo ou tenha gorado as expectativas e por causa das malditas lesões que teimaam em assolar o plantel vermelho e branco, é de ter esperanças em mais uma boa campanha.
Verdade é que actualmente os minhotos são a equipa que maior pecúlio em pontos tem amealhado para Portugal para o ranking da UEFA o que só beneficia o futebol português que dessa forma dentro de dois anos pode (e deve) voltar a ter 3 equipas na Champions - duas com entrada directa - e três na L.Europa, em detrimento de ucranianos e russos pois os romenos já não pertencem a estas contas.
Resta rezar por más prestações dos clubes de leste e por outro lado que as quatro equipas nacionais em competição façam o seu serviço, traduzido em vitórias.
Parabéns a toda a estrutura bracarense a começar na equipa técnica e Direcção e a acabar nos verdadeiros obreiros desta façanha; os jogadores.

sábado, 11 de dezembro de 2010

TAÇA DA LIGA - Fase de Grupos-



Aí está o sorteio completo dos 4 grupos (acontece pela primeira vez!!!)

com as 16 equipas que no primeiro mês de 2011 vão competir por um lugar na final.

Como referimos na primeira linha do texto vai ser a primeira vez que as equipas vão estar espalhadas por 4

grupos, ao contrário do que aconteceu nas edições anteriores desta nóvel competição da Liga de clubes.

Se até o ano passado foram cabeças de grupo os três grandes, porque ficaram nos três primeiros lugares da classificação este ano tal nunca seria possivel pois o SCBraga sagrou-se vice-campeão e por isso seria um dos cabeça de série.

Só que como um dos grandes, por ter ficado fora do pódio, neste caso o Sporting, se fosse como nas edições anteriores nunca podia ser, por esse motivo, cabeça de grupo, pelo que teria, obrigatóriamente que enfrentar um dos 3 grandes, ou o SCBraga. Por esse facto seria previsivel que os sportinguistas não conseguirião tão fácilmente o primeiro lugar pelo que nas meias finais já não podia competir o que ficava mal para os cofres daq Liga. Asim, por isso. vai de aumentar os grupos em mais um e esperar que impere o sonho daqueles senhores: ver os três grandes mais um clube a lutar por um lugar na final. É por factos e tomadas de atitude deste género que não podemos estar satisfeitos nem ver seriedade neste organismo que tem pouco tempo de existência em tempo e em termos de na Direcção. Vamos esperar para ver oq ue vai acontecer para o ano se se mantém este esquema de 4 grupos (eu aposto que sim) ou se volta á velha fórmula (hummmm):



Vaticinou-se e comentou-se logo nas ruas que se não tivesse havido alteração podia-se esperar por um FCPorto x Benfica e um SCBraga, por exemplo com o Sporting e nesse caso não era necessáro tamanha aldrabice. Como se o povo só acompanhasse o futebol português e os seus meandros á apenas meis dezena de dias. assim como querer atirar areia para os olhos.

Acredito piamente que se não tivessem tocado no regulameno só ficava a ganhar o futebol e a competição e até aposto que podia-o o ser financeiramente. Um exemplo? Já que o SCBraga era cabeça de grupo e por esse facto ser ele mais um (o que não aconteceria na versão três grupos, em que seria a fórmula um dos 3 grandes mais um). Mas no caso do SCBraga, clube que lhres deu cabo das contas, como priviligiado podia calhar em sorte para as meias finais um derby minhoto. Jogo capaz de trazer até ao Axa uns bons milhares de adeptos. Em comparação com outro jogo que podia ser um Sporting (como vencedor de um dos 3 grupos, pois estamos nesta hipótese)... Oliveirense. Apostam que havia maior probabilidade de haver mais assistência no Axa?

Só por este facto aqui fácilmente exemplificado é que podemos dizer que eles não souberam disfarçar, certamentec nem lhes passou pela cabeça tal facto, trataram foi de "oferecer" 3 dos 4 grupos ao triunvirato do costume.

Enfim, pose ser que lhes saia o tiro pela culatra.

Tem a palavra e oportunidade entre outros 13 concorrentes o SCBraga, dono e senhor de um lugar como cabeça dee grupo.

Paa consultar fica aqui o quadro desse sorteio da fase de grupos:


2ª Fase de Grupos
Grupo A
Equipa J V E D GM GS P
1 Beira-Mar 0 0 0 0 0 0 0
2 FC Porto 0 0 0 0 0 0 0
3 Gil Vicente 0 0 0 0 0 0 0
4 Nacional 0 0 0 0 0 0 0

Grupo B
Equipa J V E D GM GS P
1 Benfica 0 0 0 0 0 0 0
2 Desp. Aves 0 0 0 0 0 0 0
3 Marítimo 0 0 0 0 0 0 0
4 Olhanense 0 0 0 0 0 0 0


Grupo C
Equipa J V E D GM GS P
1 P. Ferreira 0 0 0 0 0 0 0
2 Sp. Braga 0 0 0 0 0 0 0
3 V. Guimarães 0 0 0 0 0 0 0
4 Arouca 0 0 0 0 0 0 0

Grupo D
Equipa J V E D GM GS P
1 Sporting 0 0 0 0 0 0 0
2 Naval 0 0 0 0 0 0 0
3 Penafiel 0 0 0 0 0 0 0
4 Estoril Praia 0 0 0 0 0 0 0

ESTÓRIAS DA HISTÓRIA DE UM GRANDE CLUBE




Puseram-lhe o nome de Sporting Clube de Braga, como nome de Celestino Lobo á cabeça,
apesar de pensado e fundado sobretudo por benfiquistas e sportinguistas (daí o nome “sporting” e o primeiro equipamento ser de cor verde). Só mais tarde com o mui iluminado Senhor Szabo que tendo assistido a um jogo do Arsenal de Londres trouxe a ideia do equipamento vermelho com mangas brancas cá para o burgo. No fundo acabou, mesmo não tendo sido essa a sua ideia, por apaziguar ou para não ficarem uns a rir (sportinguistas que tinham o nome a a cor verde de seu lado) e outros a chorar (benfiquistas, que assim desse modo passaram a ver os jogadores do clube de indumentaria vermelha... e branca).

Fundado o clube – mais recentemente esta tematica veio a lume pela imprecisão temporal sobre a data da sua fundação. Uns ditam o 19 de Janeiro do ano de 21 outros recuam alguns anos no tempo e situam a nascença em 1914, Enfim, acredito que acabará por imperar o bom senso e como estamos numa época em que tudo é possivel descobrir mesmo que se tenha de ir bem fundo nas entranhas do arquivo distrital ou se encontre um ou outro documento que mostre a real fundação não será um numero que vai agora marcar discordancia, antes estejam todos de acordo para que num ou noutro caso não se trate levianamente o assunto quanto mais não seja pela memoria de uns e outros que estiveram de corpo e alma na fundação deste grande clube.

E se o clube teve essa particularidade da cor do equipamento, da numenclatura, continua a ser um grémio sui generis no que a sua(s) Sede(s) diz respeito, com a mesma a aparecer ao longo dos anos em vários locais da urbe (av central, Largo S.João, Teatro Circo, Largos de S,Francisco ou Barão S. Martnho R.S.Marcos, Rua dos Chãos, Campo da Vinha, Imaculada Conceição ou Estádio 1º de Maio.

O mesmo aconteceu com o seu campo de jogos. Ditam textos da época que foram város os
locais escolhidos para palco dos jogos do nóvel clube da cidade. O campo das Goladas, na freguesia de S. Victor, provavelmente próximo do actual pavilhão com o mesmo nome do H.C.Baga, o campo do Liceu Sá de Miranda onde, segundo rezam as crónicas realizou-se o primeiro jogo do SCB contra os lisboetas do Algés e Dafundo, Seguir-se-ia o campo do Raio que arrastou verdadeiras multidões e depois de ultrapassada a primeira de muitas crises o campo da Ponte cujo primeiro adversário seria o Vianense e posteriormente o 1º de Maio. Mas são inúmeras as narrações que citam mais locais que serviram de campo de jogos do SCB. Estesaqui citados serão os mais importantes pelas datas a que diziam respito e que conferiam mudanças no clube.

Conforme se alterava o recinto de jogos assim se mudava a Sede e isto não aconteceu uma nem duas vezes. Por exemplo quando o clube passou a jogar no campo da Ponte mudava-se a Sede para a Rua de S.Marcos.

Infelizmente hoje ainda não podemos dizer que temos uma Sede de acordo com a grandeza
entretanto alcançada pelo clube. Há equipas de divisões inferiores que podem não ser tão competitivas como o “nosso” Braguinha mas orgulham-se de ter como património um imóvel próprio sem ter que andar de candeias ás avessas nem com a casa (a Sede, neste caso) ás costas. É triste mas também é verdade. E se é prioritário para a ctual presidência uma Academia que seja geradora de valores humanos e desportivos também não será descabido colocar como “urgente” este assunto.
Com tantos imóveis a cair de podre espalhados pela cidade não era altura de, por exemplo a Britalar meter mãos a obra e transformar um qualquer prédio que já tenha destino marcado – derrocada ou abandono - e ve-la transformada em“casa” própria do clube que seja o orgulho dos braguistas «onde podemos visitar o museu com os troféus conquistados e ver a historia do clube em galerias?» No caso concreto serve bem o provérbio em casa de ferreiro espeto de pau (A.Salvador é um dos senhores d Britalar).

Depois disto podemos fazer longas tertulias em volta deste assunto e anexar o facto de termos dois dos mais belos estádios do pais. Um apesar de simbolo do Estado Novo, foi palco de tardes e noites de glórias viu crescer um clube nacional e internacionalmente, o outro já deste século.

obra prima de Souto Moura e vencedor de vários prémios, pesar de não ser consensual nem do agrado de todos que preferiam um estádio em estilo anel (finalmente pois o 1º de Maio ou 28 de Maio se quiserem também não era completamente “fechado” por vias da maratona)

Assim, apesar de possuir dois estádios jamais a cidade teve (ou terá) um estádio digamos,normal.

Mas isto tambem são contas de outro rosário.

Numa altura em que nos prestamos a comemorar os 90 anos – se entretanto nada de
extraordinário acontecer e antecipar no tempo o centenário - convem homenagear alguns homens que muito deram pelo clube e se tornaram tambem eles em grandes nomes do dirigismo desportivo. De João Oliveira- primeiro presidente - ou Durval Morais ou Manuel Esmeriz..
De Antunes Guimarães, Dr. Felicissimo Campos – um dos maiores nomes que serviu o clube - ou Lto de Almeida ate Nuno Cunha o próprio Mesquita Machado ou João Gomes Oliveira ou
António Salvador Rodrigues. Fizeram dum pequemo clube um grémio eclético hoje em dia
falado em todo o muindo sobretudo a partir da ultima década e que teve epilogo este ano com a presença na CL.

E se escrevemos estórias á volta do nome das cores do clube de suas Sedes e dirigentes, mal seria se não fosse mencionado o nome de alguns homens que tomaram o leme na condução dos jogadores rumo ás vitórias. E nesse aspecto realce para Germano de Vasconcelos, Szabo, o tal responsável pelas camisolas “á Arsenal”, Mestre Cândido de Oliveira, Mário Imbelloni, Rui Sim-Sim, Fernando Caiado, Mário Lino, Fernando Caiado ou Juca (Júlio Sernadas), Quinito, umberto Coelho, Manuel José, António Oliveira, Manuel Cajuda Fernando Castro Santos,Toni, Jesualdo Ferreira, Rogério Gonçalves, Jorge Costa, Carlos Carvalhal ou Domingos Paciência,

A terminar os responsáveis máximos por o clube estar hoje no patamar que ocupa por direito:

Os jogadores que ao longo destes 89(?) anos pisaram os relvados dos vários palcos.
Sem querer ser injusto porque nisto de nomear A ou B pode-se esquecer até dos mais ilustres mas cronologicamente de Alberto Augusto – primeiro internacional AA, Estêvão, Canário, Baptista, Perrichon... os anos 70 e 80 responsáveis máximos pela minha paixão por este clube e por isso mesmo posso alongar-me um pouco na lista de nomes como sejam os guardiões Fidalgo, Valter, João (Pilas) Conhé Helder aos defesas Artur Joáo Cardoso, Mendes ou Fernando, Dito – único jogador do clube com internacionalizações em todos os escalões- Garcia, Guedes, os Serras Rolando Mundinho Jorge Gomes, Wando, Spencer, Nelinho, Vitor Oliveira e Vitor Santos. os Chicos Gordo e o Faria, Canavarro até aos mais actuais Quim Rui Coreia Ze Nuno Azevedo Toni, Odair Idalécio Artur Jorge, Nem, Sérgio, Barroso, Pedro Estrela
Karoglan ou Tony, Edmilson, Riva , Miklos Fehér ou deste século Paulo Santos, Eduardo, Jorge Luiz, João Pereira u Evaldo, Vandinho ou Madrid, Mossoró, Meyong Zé, Limas, Alan. João Tomás, Sílvio....

Claro que ficaram muitos por referir mas tornar-se-ia extenso mas nem por isso menos meritório, mas o facto de um dia terem vestido a camisola do arsenal do minho nas suas mais variadas versões so por si já atenua esta “culpa” que posso sentir por ter olvidado este ou aquele. Fica para a história um clube intrinsecamnete ligado ás gentes desta cidade que viviu várias crises de identidade e financeiras mas que com a carolice de uns aliada a sapiência em administrar e vcongregar forças vivas da cidade, sempre ultrapassou os obstáculos e é hoje em dia , á excepção de Porto Sporting e Benfica, a equipa com mais anos consecutivos de 1ª Divisão pois outros emblemas históricos cairam em outras divisões como são caso disso o Belenenses,
Boavista ou Guimsrães-

Que seja para durar este recorde que será responsável a médio longo prazo por colocar o SCBraga logo a seguir aos 3 chamados grandes. Aí sim, não haverá mais qualquer tipo de dúvida sobre quem será o 4º de Portugal, desportiva, estatisticamente falando. Que a isto se junte troféus para serem verdadeiros testemunhos dessa proeza.

E então TODOS os nomes para além dos que aqui não foram mencionados mas ligados ao
clube sentirão um orgulho capaz de transbordar os corações e sentirem o dever de missão cumprida.

Assim seja.
Viva o Sporting Clube de Braga desde o tempo das camisolas bipartidas de verde e branco até ao vermelho que serve de fundo ao emblema com os cinco castelos da sorte, Nossa Senhora do Leite e as dua torres pilares que sustentam a força e carácter de um clube que conseguiu quebrar barreiras sair da cidade e abraçar outras latitudes deste mundo.

Carlos Alberto Rodrigues

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

textos para editar em livro (primeira mão)



O JOGO DA MINHA ESPERANÇA


“Se não houver frutos, valeu a beleza das flores… Se não houver flores, valeu a sombra das folhas... Se não houver folhas, valeu a intenção da semente…”(Henfil)
Escrever sobre o Sporting Clube de Braga é sempre um acto de Amor e Paixão, adjectivos entranhados bem no íntimo de cada braguista um factor de paixão e orgulho, e como seu amante até nem necessita de muita inspiração para desenhar as letras sobre o tema porque ela é facilmente compreendida e oferecida pelos seus intervenientes.
Neste particular de jogos inolvidáveis ou ficaram na minha (nossa) memória ou porque foi importante no seio da competição ou porque se tratou de um jogo que pelas incidências, mexeu com o coração dos bracarenses, a escolha é vasta e até se fosse a escrever amanhã outras linhas sobre o assunto por cero o jogo que relataria seria outro.
Assim, nesse aspecto, recordo com saudade mas com um sorriso nos lábios, o ano de 1982, jogo das meias-finais da Taça de Portugal época 82.83 que opunha no velhinho Primeiro de Maio - a rebentar pelas costuras – o SCB ao Benfica, com a vitória a sorrir ao “braguinha” por duas bola a uma com os golos da nossa equipa a serem marcados pelo açoriano Armando Fontes (os dois).
Quando supra citado refiro que o Estádio estava a rebentar pelas costuras não o escrevo em sentido literal, pois em mais de 35 anos a assistir aos jogos do SCB, no que respeita ao palco do 1º de Maio, acreditem que se alguma vez esteve ou se aproximou da barreira dos 50.000 espectadores foi nesse jogo que apresentava uma moldura humana espectacular e que foi caso para se dizer: não cabia uma agulha, só para dar exemplo eu estava enlatado entre o meu pai e o vizinho do outro lado. Se desse para o torto de certeza que podia haver no rescaldo feridos e sei lá bem mais o quê.
Mas adiante. Em relação ao jogo que iria colocar o braguinha (na minha memória, pois não recordava a final das Antas em 78), pela primeira vez no palco do Jamor contra o Sporting que tinha derrotado de forma convincente o Rio-Ave, pautado pelo mano a mano com o golo a poder surgir para qualquer um dos lados e como era a prova rainha foram 90 minutos de emoções ao rubro sempre com o pensamento na vitória e no Jamor.
Foi uma partida de futebol jogada num Sábado de Páscoa e eu recordo-me que a maior parte das vezes que jogávamos no sábado de Aleluia eram mais as vezes que vencíamos do que qualquer resultado.
Logo cedo, nesse dia, o meu coração palpitava de alegria mas também de ansiedade pois finalmente era chegado o grande dia, posso dizer o maior de todos em termos desportivos para mim envolvendo o scb pois se já tínhamos algumas participações de realce como já tinham sido as duas décadas anteriores, o Braga podia almejar o segundo troféu para o seu museu.
Antes de chegar ao jogo do tudo ou nada (pois o vencedor tinha lugar assegurado na edição desse ano da Taça UEFA, desde que no outro jogo que opunha o Sporting ao Rio Ave equipa leonina vencesse pois sagrar-se-ia campeonato nacional) os bracarenses tinham começado a caminhada com uma vitória caseira por 2-0 sobre o Ermesinde seguindo-se o P. Ferreira com vitória na Mata Real por 1-0. A terceira “vítima” dos arsenalistas foi o Cova da Piedade, a quem venceu por 2-0 na margem sul do Tejo. Já em plenos oitavos de final, e agora em pleno 1º de Maio arrumou, por uma bola a zero a turma do Amora, enquanto nos quartos a anteceder o jogo referência deste artigo, apesar de ter sofrido o primeiro golo na prova, conseguia por outro lado o maior pecúlio em golos marcados: três. O adversário que até costuma ser de má memória nestas coisas de taça (e não só, não é): o Leixões e logo em pleno estádio do Mar.
Era chegada a altura de jogar no 1º de Maio com o Benfica e deixar de fora da conquista da prova rainha do futebol português um dos maiores candidatos.
2-1 foi o resultado. Feitas as contas em relação aos golos marcados e sofridos tinha-se conseguido uma performance de onze golos marcados contra apenas dois sofridos. A estes juntar-se-iam os quatro golos da final perdida para o Sporting.
Paralelamente, na mesma época, o SCBRAGA no campeonato nacional terminara ao fim das 30 jornadas num aceitável 7º lugar correspondente a 11 vitórias 8 empates e 11 empates e com 34 golos marcados e 42 sofridos (-8) o que dita a média de um ponto por jornada pois terminou com 30 pontos.
De volta ao jogo contra o Benfica, o jogo que interessa, começaram bem as coisas com o SCB apoiado por uma ruidosa e alegre massa associativa – passou também por aí o sucesso-
Foi um jogo com todos os ingredientes necessários para uma bela partida de futebol.
Logo a começar pela meteorologia que nessa tarde preparou um sol entre algumas nuvens que permitia de quando em vez uma brisa bem-vinda às milhares de almas que enchiam o anfiteatro bracarense, por caso contrário (com muito calor) corria-se o risco de haver algum dissabor capaz de tirar mácula á vitória ou ritmo ao jogo, sempre bem jogado apenas com alguma contenção a espaços (poucos).
Numa toada de parada e resposta com um palco á medida do que o espectáculo merecia (um pouco a antítese do que é hoje o espírito da nossa prova rainha, a mesma que arrastava multidões eliminatória atrás de eliminatória e com os chamados “tomba-gigantes” a aparecerem em praticamente todos os patamares até à final do Jamor. Até nisso o espírito actual transfigurou-se e cada vez mais “fazemos figas” para que os mais “pequenos” (os Davides) virarem “grandes”por uma vez que seja, Golias.
Depois, o mais importante factor externo ao jogo: o desenho proporcionado pela moldura humana que emprestava ao 1º de Maio uma imagem de festa em que o povo se engalanou para receber sob a passadeira... verde do sucesso a sua equipa, o seu braguinha. Um quadro de verdadeira beleza só à altura dos melhores artistas. Ainda por cima pintada com a cor da vitória.
Começou por ser um jogo de parada e resposta com o SCB a dar, sem correr muitos riscos, a iniciativa do jogo e depois, um pouco á imagem do Braga actual, sempre á espreita do erro do adversário, espreitava as oportunidades que iam aparecendo sempre com homens terrivelmente fortes na frente de ataque como eram os casos de Fontes (a figura do encontro, ao marcar os dois golos da sua equipa), Mundinho Joy ou Chico Faria. Mas não era só no ataque que pontificavam nomes de meter respeito. Senão vejamos aquela que costumava ser a equipa -tipo dessa época:
Guarda-Redes: Valter (um dos meus preferidos, a par do Conhé, Hélder Rui Correia Quim ou Eduardo)
A defesa faz-me, igualmente fazer um termo de comparação com as últimas apelidadas de betão: lá encontrávamos na direita Artur, na esquerda o João Cardoso (quem não se lembra das meias pelo tornozelo, calções no cai que não cai e aqueles remates em folha seca que deliciavam a plateia braguista?). Eram acompanhados por Dito, Nelito ou Guedes, que tínhamos “pescado” nesse ano ao Varzim. No miolo do terreno uma autêntica parada de estrelas da altura com jogadores bem acima da média (não fosse o desgaste na Taça e certamente que no campeonato podíamos ser uma agradável surpresa, mesmo assim... Nomes: José Serra e Vítor Oliveira, do Ginásio de Alcobaça tinham vindo os fabulosos Vítor Santos e Spencer ou o outro José, o Carlos. Finalmente, na linha avançada e depois de ter passado pelos vizinhos do V. Guimarães, Mundinho um poço de energia, um verdadeiro “touro” cheio de raça e força cuja envergadura física por si só impressionava e colocava em sentido qualquer defesa. A ele juntava-se a restante armada, comandada por Fontes que foi dos melhores marcadores do campeonato, junto com os já referenciados, Joy, Chico Faria, Germano ou Malheiro, o tal que parece que andava sempre á procura de algo valioso nos relvados pois eram raras as vezes que se via de cabeça erguida – Jamais esqueceremos aquela falha que protagonizou na época seguinte, na 1ª eliminatória uefeira, contra o Swansea City que ao ser concretizada podia ter terminado de outra maneira quer esse jogo quer o da 2ª mão. No País de Gales perdemos por 3-1 enquanto que cá no burgo vencemos por 1-0. Se fizermos as contas bem feitas. Mas deixemos os ses. De positivo nesse lance foi a verdadeira cavalgada de Malheiro em direcção á baliza adversária. Depois na hora H é que foram elas. Mas adiante que se faz tarde. Gostava de ter muitas mais memórias sobre o jogo mas pela tenra idade que apresentava creio que está contado aqui um dos melhores desafios que vi tendo como protagonista o nosso Braguinha com aquele sabor especial de ter sido contra o Benfica. Apenas recordo que ficamos, no final da partida, com a ideia de que podíamos ter marcado mais um ou dois golos, mas os dois marcados pelo Açoriano que o SCB foi buscar ao Lusitânia dos Açores (creio eu, se a memória não me atraiçoa).
Só um último reparo: não imaginam a minha tristeza (e de todos os outros braguistas, como é óbvio) aquando do golo encarnado. Parecia que estávamos na Luz. Por isso (mas não só mas também) é que hoje um dos meus maiores prazeres e felicidade é reparar que essa mistura entre o encarnado e o vermelho tende cada vez mais a dissipar-se e acredito que falta menos do que julgamos para os ver reduzidos ao cantinho que é reservado às claques dos adversários. Na impossibilidade de apresentar o escalonamento das equipas dessa meia-final, deixo viva a memória do jogo disputado em Oeiras, no Jamor que ditou a derrota por 4-0 do SCB frente ao Sporting de Oliveira, Jordão...
Estádio Nacional (Lisboa), 29.05.82 (Taça - final)
Sporting, 4 vs Sp.Braga 4-0
Sp. Braga: G.R: Valter, Artur, Guedes, Dito, João Cardoso; José Carlos (Spencer), Serra, Vítor Oliveira; (Malheiro) Vítor Santos, Chico Faria e Armando Fontes.
Treinador: Quinito
Para quem gosta, como eu de dados estatísticos (afinal o que fica para contar a história) eis o quadro completo das trinta jornadas dessa mesma época no campeonato nacional:

Estoril F 1-1 E - C 2-1 V
Rio Ave C 1-0 V - F 1-2 D
Sporting F 1-3 D - C 0-2 D
Belenenses C 1-1 E - F 0-0 E
Ac.Viseu F 0-2 D - C5-0 V
F.C.Porto C 1-1 E - F 1-3 D
V. Setúbal C 1-1 E - F 1-1 E
Penafiel F 1-0 V - C 2-0 V
Sp.Espinho C 2-1 V - F 1-0 V
Boavista F 1-0 V - C 2-2 E
Benfica C 1-3 D - F 0-3 D
Portimonense F 1-2 D - C 0-3 D
U. Leiria C 3-1 V - F 0-4 D
V. Guimarães F 0-0 E - C 2-0 V
Amora C 2-0 V - F 0-5 E

















Por motivos de ordem profissional não ter acesso á internet, em falta com os meus caros leitores desde a terceira jornada, no jogo do AXA contra o Marítimo, vitória por 1-0, retomo estas linhas respeitantes á 1ª liga onde temos sido um tanto ao quanto irregulares. Ainda não vencemos fora do AXA (será Sábado, em pleno terreno do “arqui-rival, Guimarães?) em casa perdemos ao cabo de 18 meses sendo a derrota responsável por não termos atingido a segunda posição, e por lesões e castigos (desde há 2, 3 épocas que ninguém tem mais azar do que o nosso plantel nesses aspecto) não conseguimos ter 2 equipas iguais duas jornadas seguidas.
Está aí um grande desafio contra o vsc ao que se seguem dois encontros de suprema importância, na taça de Portugal, onde colocamos muito em jogo esta época tendo como objectivo máximo atingir a final no relvado do estádio do Jamor e finalmente o Arsenal.
Nesta partida está muito em jogo. Apesar de já termos conseguido matematicamente a Taça Europa (o 3º lugar já não nos é tirado pelos sérvios do Partizan) queremos vencer os Arsenalistas de Londres para manter acesa a esperança em atingir os 1/8 final. Temos o último jogo em Donetsk que vai ditar, finalmente o destino de cada uma das... 3 equipas do grupo, mas se o Partizan nos “ajudar” caso o SCB vença o Arsenal a nossa equipa vai partir com tudo para cima deles no gélido relvado daquela equipa ucraniana. Esperança pede-se para estas batalhas.
Ainda em relação ao jogo do Axa frente aos londrinos é ainda de esperar (pois os ingleses não conseguiram, certamente ao contrário do que previam quando viram o sorteio) uma avalanche de apoio dos adeptos o que vai ajudar em muito os cofres da nossa equipa.
Portanto mais um grande ambiente em perspectiva. Venham eles!
Estarei de volta, para comentar o jogo do próximo sábado que nos pode colar aos adversário e a classificação ficar mais de acordo com o que temos feito se incluirmos o cansaço a que os jogos da Champions têm feito.
Até lá bons jogos e vamos torcer para sairmos de Guimarães com o sabor da vitória.
Quero ainda entrar no campo dos ses apenas para referir quando do sorteio eu vaticinei que o segundo lugar estava perfeitamente ao nosso alcance desde que fizéssemos dois resultados vitória em casa com o Shaktar e fora com o Partizan A gora vistas as coisas estaríamos com 9 pontos os ucranianos com 6 (e podiam ser menos se entretanto o Arsenal tivesse vencido) e neste caso estariam com... 3 pontos! e por isso estaríamos a apenas... 1 ponto (ou nem tanto consoante o goal avarage).
Vêm como nada é impossível para este Braga que já esta na história da C.League e algo me diz que não ficará por aqui o sucesso mesmo que passe pela participação na L.Europa e aí tirando os milhões que deixamos por ter saído da Champions, acredito que podemos ir muito longe e ao mesmo tempo (ao contrário, entretanto, do que aconteceria se estivéssemos na C.L) Ou seja, excluindo a parte financeira creio que o SCB terá mais proveitos e sem deixar de continuar na senda dos êxitos e a constituir uma das boas surpresas da UEFA. Aposto que será até das candidatas a equipa sensação se passar aos oitavos de final.
Assim sendo, até sábado.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Mais vale tarde...








"Me olvidé de escribir sobre lo mejor clube del mundo, miércoles, pero mas vale tarde que nunca":
Hoje foi dia para esquecer todas as tristezas, as taxas de desemprego (o meu, por exemplo), as crises e os incêndios que fustigaram as florestas (ai Gerês, meu querido Gerês) os nossos governantes e o que (não) fazem para isto melhorar de cara e de saúde pois anda tudo moribundo. Vale-nos por estes dias, mais uma vez, o futebol, na imagem dos gverreiros do Minho, o SCBraga , que esta hoje esteve connosco, esteve a velar pela felicidade de quem AMA daquela forma que só nós braguistas sentimos e conseguimos atingir qual orgasmo futebolístico qual clímax de felicidade. As lágrimas teimaram em cair com o golo de Matheus mas depois daquele evoluir do resultado caíram por uma face desejosa deste momento há 35 anos (o próximo será o ceptro nacional ou uma das duas ou mesmo as duas, se possível, taças a da Liga e a de Portugal)) fizeram ir buscar ao âmago do meu ser, lá bem bem fundo o grito do guerreiro e chorei novamente e gritei, beijei a face do Lima e do Matheus na TV emprestada para a festa.
Apesar de estar de férias em Fão o senhorio devia ter-se passado dos carretos com as nossas vozes efusivas pois toda a família irradiou felicidade e lágrimas de alegria. Depois conferi em conversa com ele que afinal nada lhe era estranho e compreendia na perfeição.
Saí para comprar cigarros para acalmar os nervos e o palpitar deste coração que sofre de amores pelo ENORME, e que esta noite muito saltou mas cheio de orgulho conseguiu aguentar mais uma vez as batidas rápidas que quase provocavam sufoco, a espaços e assim, novamente escondidos os receios e mostradas as virtudes para outra luta tive a oportunidade de mais uma vez mesmo aqui ouvir os cânticos tão usuais nos estádios onde o SCBRAGA joga.Houve abraços entre hálitos etílicos abraços apertados e sentidos com só nós braguistas conseguimos sentir.
FEZ-SE HISTÓRIA com a mais bonita página dos 89 anos do nosso clube a ser escrita neste 24 de Agosto do ano da graça de 2010. Apenas mais um para brevemente completarmos com o almejado titulo nacional (merecemos e somos super candidatos e tal como esta espera também há-de chegar).
A terminar um desejo: se tivesse carro dirigia-me já para o Aeroporto Sá Carneiro e receber com as mesmas lágrimas de alegria e cânticos os ENORMES GUERREIROS DO MINHO.
Todos estão de parabéns de Felipe a Lima passando por Matheus ou Elderson sem esquecer as vozes daqueles que fizeram em pleno Sanchez Pizjuan a fiesta jamais pensada pelos espanhóis depois de pegarem o touro pelos cornos e ganhar respeito naquela arena super lotada. Só faltaram as rosas vermelhas que foram graciosamente substituídas pelo vermelho das camisolas e cachecóis dos nossos amigos braguistas . O SCB no país que é o actual campeão do mundo e Europa é, a partir de agora um clube prestigiado com direito a vénia e palavras bonitas escritas por escribas que percebem da coisa e dizem "mea culpa" mas foram melhores. Novamente a história de David e Golias ou dos milhões e dos tostões.
Os Sevilhanos renderam-se ao nosso poderio e sinal disso foi ao intervalo pedirem aos nossos homens as camisolas do jogo.
Amanhã com todo o orgulho braguista vou vestir e exibir com uma felicidade radiante a camisola do ENORME para que todos os veraneantes vejam como é a cara de alguém que se sente a pessoa mais feliz do mundo pelo simples facto de pertencer a esta família.
OBRIGADO A TODOS e agora venham os tubarões para podermos também navegar nas mesmas águas que esses tubarões. Da equipa dos 300 até à elite da Europa tudo parece que aconteceu num abrir e fechar de olhos.

Depois da vitória do Sporting clube de Braga em Sevilha e da consequente passagem dos gverreiros do Minho à fase de grupos da Liga dos Campeões, Portugal já atingiu o sexto lugar no ranking da UEFA na actual temporada, ultrapassando Ucrânia e Rússia.

O sexto lugar vale dois lugares certos na fase de grupos da Liga dos Campeões e uma terceira vaga nas pré-eliminatórias em 2012/13, mas terá de ser defendido durante esta campanha e, para isso, foi importante que Sporting e FCPorto tenham amealhado também pontos para este ranking com a entrada na fase de grupos da Liga Europa.
Nestas alturas há que cerrar fileiras deixar queixumes ou quezílias de outros campeonatos de lado e sermos acima de tudo portugueses para que mais alto continuemos no ranking e com esse facto aumentar em muito as possibilidades de voltarmos a ver o Sp. Braga na maior vitrina de competições futebolísticas a nível de clubes do Mundo!!! É muito, não é?
Contava-me um amigo que com estes feitos recentes dos arsenalistas do Minho vai passar a haver muitos "gringos" que ficarão a saber que Braga é Portugal e este não parte de Espanha mas sim a nação com as fronteiras mais antigas da Europa.