Seja Bem Vindo ao Mundo do SCB

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UM SÍMBOLO, UM CLUBE, UMA CIDADE ONDE MORA A EQUIPA MAIS FELIZ DO MUNDO ... A RAZÃO: SC BRAGA!

Desde 1921 a Criar Paixões

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sexta-feira, 20 de maio de 2011

O SONHO ACABOU: Era uma vez uma (primeira) Final

“Se não houver frutos, valeu a beleza das flores… Se não houver flores, valeu a sombra das folhas... Se não houver folhas, valeu a intenção da semente…”
(Henfil)

Este pensamento vem de encontro ao pensamento positivo que o adepto do SCBdeve ter no futuro. Primeiro importa lá estar!
Eficácia e nada mais: O SCB teve duas por Custódio e Mossoró e falhou, o Porto teve duas por Hulk e por Falcao e este concretizou e fez o resultado final e magro de 1-0.

Noite histórica e inédita para Portugal em Dublin, num estádio imponente, com portugueses do SCB E FC mas tb com amantes de futebol espectáculo de outros países a darem os parabéns aos dois clubes. Uma nota positiva desta final. O país representado por adeptos e simpatizantes de Braga e Porto pode-lhes agradecer pelo comportamento exemplar, pela lisura e confraternização que existiu em Dublin.

Os dois capitães das equipas deram ínicio com os cumprimentos da praxe e abriram as hostilidades de uma final “portuga”.

Foi dos bracarenses a primeira oportunidade (e que oportunidade!) de golo, o primeiro toque de perigo, com Custódio a desperdiçar uma clara oportunidade quando se colocou em boa posição na área portista acabando por rematar ao lado da baliza de Helton. Um lance desta natureza desperdiçado, como este que o vimaranense teve, em alta competição pode ficar caro, como foi o caso. Praticamente na resposta Hulk teve também ele a oportunidade que costuma ter sempre que joga mas desta vez quase tão escandalosamente como Custódio... falhou!

Se até aos vinte minutos houve equilibrio e nota máxima para o espanhol Carlos Vellasco Carballo nesse mesmo momento «borrou» a pintura ao não assinalar uma falta mesmo á entrada da área portista por falta sobre Hugo Viana. Um lance que a ser devidamente marcado com a respectiva falta podia trazer dissabores ás hostes portistas. Mas começava aqui a aparecer a pontinha de sorte que por vezes acompanha as equipas.Varela cabeceou com algum perigo perto dos 30 minutos.
Á passagem da meia hora seria a vez dos azuis e brancos reclamarem uma expulsão a Sílvio. Porém o árbitro espanhol, e bem, não “acatou” a reclamação quanto a nós bem. A defesa tremeu com este lance e caiu mesmo ao cair do pano dos primeiros 45 minutos, numa altura em que toda a gente pensava ir para intervalo com o resultado em branco. Mas quem tem Falcao em boa forma tem mais oportunidades de marcar golos e o colombiano fez mais uma vez gosto ao pé pela 16ª vez, na Europa League. Tudo começou com um roubo de bola de Fredy Guarín a Rodriguez que ficou nas covas “a ver navios”, galgou uns metros e assistiu milimetricamente o seu conterrâneo que já se encontrava no coração da área arsenalista pronto a sentenciar o lance. Neste tipo de lance o colombiano não costuma falhar. E assim foi, sem qualquer tipo de hipótese de defesa para o guarda-redes Artur disse sim à bola e fez abanar pela primeira vez as redes da baliza do brasileiro. Artur Moraes que foi um dos mais inconformados no final da partida, a par de Mossoró (este com alguma mágoa à mistura pelo momento desperdiçado no ínicio da segunda parte) e Paulão. Artur que fez hoje o derradeiro encontro com o emblema arsenalista da Nossa Senhora de Braga ao peito. Sai pela porta grande. Foi o melhor guarda-redes a jogar em Portugal na segunda metade da época, depois de substituir Felipe que saiu em Dezembro para o Flamengo onde hoje é titular da baliza do “urubu”.

O Braga na segunda parte mudou com a entrada de Kaká e de Mossoró para os lugares de Rodriguez – ficará recordado pela negativa por estar ligado ao lance do golo do Porto por se ter deixado antecipar por Guarín e despede-se do clube da cidade dos arcebispos de forma infeliz, ele que nos últimos tempos já estava com a cabeça e o pensamento no Sporting, clube que mais uma vez será o responsável pela debandada de alguns jogadores á semelhança do que acontece nos últimos tempos: Só a nível de defesa direito, por exemplo, começou com Luís Filipe, passou por Abel e acabou com João Pereira, sem esquecer o outro defesa que trocou o vermelho pelo verde de Alvalade: Evaldo.

Mas em relação ao jogo, o Sp. Braga nos segundos 45 minutos mudou o seu pensamneto sobre o jogo, enquanto o Porto foi mais emotivo, com mérito para o Braga que roubava bastantes bolas na fase de transição, onde o Porto costuma ser mortífero e não perdoa.
No entanto nunca conseguiu chegar ao seu objectivo. Uma final que ficou um pouco abaixo das espectativas, pouco estimulante, sem ser um jogo bonito, faltou alguma magia ao jogo, houve muita transpiração e pouca imaginação. Alan e Hugo Viana estiveram uns bons furos abaixo daquilo que podem e sabem fazer. O SCB não teve a qualidade de jogo para fazer chegar ao ataque bolas com perigo de golo. O Porto também não conseguia melhor mais por mérito dos bracarenses do que deemérito seu.
Mesmo assim, a melhor oportunidade de golo, à semelhança do que já acontecera na primeira parte, pertenceu ao Sp. Braga, logo no reatamento do jogo, quando o recém entrado Mossoró ainda “frio” se deslumbrou quando ganhou uma bola a Fernando em zona proibitiva – lembram-se como tudo começou no golo do Porto? - pois, só que desta vez o brasileiro ao contrário do colombiano não teve engenho suficiente para ultrapassar Helton que defendeu com o pé direito, por milagre uma bola que já se encaminhava para as suas redes. Infortúnio para Mossoró. Em caso de golo teria sido o relançamento da partida e quiça, para uma qualidade superior exigindo mais rigor mais sangue suor e lágrimas dos seus participantes. Assim, o placard manteve-se sem alteração como estava ao intervalo.

Neste periodo apenas registo para alguns, poucos, momentos de perigo e de frissom como o que aconteceu á passagem do minuto 70, com Rolando a falhar o alvo. No instante imediato indignação bracarense quando o romeno Sapunaru devia ter visto cartão vermelho por falta sobre Sílvio o que deixaria a equipa a jogar com dez o que podia ter alterado a história desta final. Assim não quis mais uma vez o senhor espanhol (azia por causa de Sevilla? Mas a verdade é que o Porto também o derrotou).

Depois já no declinar do jogo ao minuto 85 Mariano podia ter sentenciado a partida quando rematou ao lado da baliza de Artur.

Mas seria do Sp. Braga o canto do cisne quando aos 90+2' Meyong isolado na “cara do golo” (e de Helton) rematou de forma desajeitada por cima da baliza portista, mas mesmo que introduzisse a bola nas redes não era válido pois o assistente do árbitro espanhol já tinha assinalado fora de jogo ao camaronês. Ficou na retina o seu esforço como é seu apanágio enquanto jogador do Braga, numa época que não foi nada fácil pois foi quase sempre preterido em favor de Lima que por seu lado marcou o seu último golo ao Lech Poznan, incluindo competições nacionais. Muito tempo sem marcar para quem vive... de golos.

Depois o FCP festejava no relvado a conquista da sua segunda taça Europa (a primeira ainda com o nome UEFA) em menos de 10 anos.
Fica a impressão que é um resultado que sabe a pouco, uma mescla de tristeza por causa dos pormenores, e alegria por ver a sua equipa numa final europeia, algo que acredito pessoalmente pode voltar a acontecer – ao contrário do que pensa o sócio e adepto vip braguista: Marcelo Rebelo de Sousa – que mesmo assim foi dizendo que valeu esta noite pelos quase cinquenta anos de associado do clube. E acredito pela estrutura entretanto criada no clube, este espírito gverreiro que nos está no sangue desde os temps dos visigodos e dos suevos, desde o tempo em que eramos capital da Galécia e por isso habituados a vitórias. Uma estrutura bastante estável, profissional e de confiança que se deve a António Salvador, homem de negócios e por isso mesmo, também deve estar habituado a “vitórias” empresariais e depois mais não fez que transpor para os seus colaboradores directos e directores esse cunho de triunfo. Os resultados foram quase no imedito visiveis com Jedualdo a conseguir uma participação europeia, mesmo que tenhamos ficado pela primeira eliminatória, com Hearts e Estrela Vermelha. ´terceira foi de vez com outro treinador, um bracarense e braguista de gema, Carlos Carvalhal consegue ultrapassar a barreira psicológica da 1ª eliminatória e passa á fase de grupos. Depois, sempre a subir, é Jorge Costa que consegue ir além dessa mesma fase de grupos, ultrapassa nos 1/16 avos de final o Parma com duas vitórias pela margem mínima (1-0). Os anos seguintes são para coleccionar participações honrosas na fase de grupos, fase que passamospre caindo ou nos 1/16 avos de final ou 1/8 de final. Até hoje. Até Dublin, capital de um país que vive economicamente á semelhança de Portugal, que tal como nós já teve a ajuda (só financeira, acredito eu) do FMI de Strauss que foi preso preventivamente por estes dias por questões sexuais. Dublin foi o ponto mais alto atingido internacionalmente pelo SCB e daqui para o futuro todo o jogador que envergar a mesma camisola com a Nª Sª de Braga ao peito já deve trazer a lição bem estudada e prepara a sua massa apoiante para mais surpresas, mais exibições de gala, mais exclamações de admiração da europa e do mundo mesmo daquela europa ou mundo que não vive do e pelo futebol. Ou seja, o perfil do jogador que passar por este clube já terá que ter ambição, ambição de atingir e se possivel tocar mesmo o céu.
E se pensarmos que muitos foram os braguistas que passaram uma vida sem ter visto o seu clube em qualquer final, devemos agradecer aos Deuses (e aos brilhantes gverreiros do minho) por esta participação, pelas exibições que ficarão para todo o sempre na nossa memória.
Nem tão pouco era necessário “youtube'” ou “sapo.pt” ou algo parecido.
Este que vos escreve estas linhas por exemplo, já teve a felicidade que muitos, infelizmente não tiveram ou por ventura jamais chegarão a ter: Duas finais da Taça de Portugal, a primeira contra o Sporting na década de oitenta (1981/82) na altura do “Sá de Miranda” e outra mais recente no final da década de noventa (97/98) com o mesmo FC Porto de hoje. Recordo ainda vagamente a final disputada nas Antas contra o FC Porto (76/77)– tinha eu cerca de oito anos – e que deu polémica pelo local, até essa altura a escolha era Jamor (58 finais) salvo raras excepções, mas sempre a sul como foi exemplo o campo das Salésias (5), do Lumiar (2) ou o José de Alvalade (1) para além das Antas (4 finais).

Para finalizar com as mais recentes: Intertoto e esta final de Dublin, pelo caminho fala-se de uma Taça FPF mas essa, sinceramente não me recordo.

Esta verdadeira epopeia alucinante vivida nesta época 2010-2011 será por ventura o ponto mais alto pois comparativamente com o lugar de vice-campeão conseguido a época passada, o valor é em tudo idêntico pois ambos ficarão nos anais da história do clube como os melhores momentos até hoje conseguidos, isto apesar de ter no museu uma Taça de Portugal e uma Intertoto.

Como dizia Domingos no final no flash interview, o jogo fez-se em duas, três situações fulcrais:
44' – Oportunidade ganha pelo Porto e golo de Falcao;
46' – Oportunidade ganha pelo SCBraga e Mossoró falha.
A justiça seria um empate no final dos 90 minutos.

Pela melhor segunda parte possivelmente a jogar contra dez – pela expulsão de Sapunaru -

Domingos falou da tristeza do grupo, do tempo que vem num futuro próximo em que se quebra um ciclo para dar ínicio a outro que se quer ainda melhor – agora temos argumentos e factos verdadeiros e historicos: não ficamos pelo quase atingiamos a final, um tempo que o Braga vai aproveitar para ser mais forte. Realçou o balneário triste porque ficam com a sensação que podiam ter ido mais além. Foi um caminho dificil mas que valeu a pena. Sobre o trabalho do árbitro, sem criticar o seu trabalho faz nota sobre o lance de Sapunaru aos 70m, a 20 minutos do final muita coisa podia ter mudado como aqui já se fez referência. O Porto foi eficaz: Com o Hulk e o golo de Falcao, enquanto o SCB teve Custódio e Mossoró.

Os bracarenses podem sentir alguma frustração mas também orgulho pelo trajecto da equipa, pelas alegrias que ofereciam ás quintas-feiras à noite, por nos ter feito assistir a colossos do futebol mundial como foi o caso do Liverpool do Arsenal do Sevilla do Celtic. Os primeiros são só os detentores do maior n~umero de trofeus europeus, o Arsenal é o Barcelona... sem títulos – muitas vezes de forma injusta foi afastado precocemente – os espanhois ganharam de forma consecutiva duas Taças Uefas, a mesma que hoje perdemos, enquanto os escoceses vieram ao Jamor para serem campeões da Europa. Para não falar de outros campeões dos seus países que têm expressão ao nível de selecções, exemplos do Partizan ou Dynamo de Kyiv.

Digam lá que não são argumentos mais que válidos para continuarmos a sonhar com outras Dublin. Hoje foi “Gente de Dublin” de James Joyce, amanhã pode ser “Asas do Desejo- Berlim- de Wim Wnders”, “O barbeiro de Sevilla” de Gioacchino Rossiniou musicalmente “Istambul” “Budapeste” ou mesmo “Lisboa” dos bracarenses (e alguns braguistas como são o caso do baterista Miguel Pedro que passou recentemente pela estrutura directiva do clube ou de Adolfo Luxúria Canibal. Tenho de perguntar ao meu Amigo António Rafael se também é SCB, pois dos restantes não tenho esperanças pois tanto Sapo como Vasco Vaz são “sulistas”) por isso parcas são as hipóteses, faltando a Joana Longobardi. Até pode ser que para algum deles o futebol lhe passe completamente ao lado.

Com motivos e evidências de que com ambição e alguma crença provou-se que por vezes se pode chegar a onde nunca se julgou poder chegar algum dia. Nem era preciso dissecar tanto sobre tal tema, basta a máxima “a força de vontade move montanhas”

Os adeptos gostaram do jogo, da experiência que devem querer repetir nem que a final seja na Russa Vladivostok, a cidade mais oriental daquele (ainda) extenso território, na fronteira com China e Coreia do Norte.

Apesar da derrota, apenas faltou o golo que podia mudar a história do clube que vive os seus noventa anos. Data redonda que pelos feitos destas duas épocas vai ser “responsável” por um bom par de páginas quando se escrever sobre o centenário do Clube. Responsabilidade destas todos queriam e gostariam de ter sobre si.

Depois de uma final, têm que se sentir orgulhosos da sua equipa, afinal ganhou quem marcou, dar os parabéns ao vencedor, mas se houvesse mais trinta minutos do prolongamento não era de forma alguma desajustado até porque se na primeira parte em termos de oportunidades de golos pode-se equilibrar os pratos da balança, pode não parecer, possivelmente pela maior posse de bola dos “dragões” mas nem sempre posse significa poder ou tão pouco qualidade ou oportunidades de golo.

Para o Sp. Braga de Domingos Paciência, fica um trabalho planeado, estudado e acima de tudo bem feito, mérito e experiência ganha sobretudo este ano a nível europeu com quase 20 jogos! disputados. Ou seja, dois terços do campeonato nacional. A cidade acompanha o crescimento da equipa, o que é necessário e essencial senão começamos um caso assimetrico.

Convém que os mais jovens continuem nesta “onda” triunfal, de que o clube e a cidade está na moda e só não continuará se deixar de haver fio condutor, mas acredito na juventude, mais uns anitos, poucos, e o ar clubista da cidade será completamente respirável à semlhança de outras cidades como Porto e Lisboa. É óbvio que haverá sempre a ovelha negra. Mas essa não beliscará em nada uma cidade que vive por UM clube.Queremos mais ondas entusiastas como as do ano passado na imagem das viagens à Figueira da Foz ou a Leiria. Ainda há poucos dias li algures que o SCB é um clube maioritáriamente jovem em termos de sócios. Queremos melhor sinal para acreditar que podemos fazer tanto mais e melhor que estas duas épocas?

Sobre estas duas épocas, quem ousaria há alguns anos atrás, posso dar como ponto de referência o braguinha da lojinha dos 300 do Manel Cajuda, que com pouco dinheiro fez boas equipas, dizer que conseguiriamos estes feitos consecutivos?

Marcelo Rebelo de Sousa, como já referimos atrás, disse a uma televisão que a presença bracarense na final irlandesa foi presença excepcional; para o Braga quase irrepetivel.

Referiu que o jogo não foi estimulante, mas “ficam os parabéns, há mais de 50 anos como sócio do Braga é um orgulho e um prestigio ter vivido para ver in loco esta façanha”.

Em relação ao jogo, foi uma final “frouxa” o Porto a aproveitar as poucas oportunidades que teve. Na 2ª parte o Braga subiu e teve as melhores oportunidades. Cada um podia ganhar. Com alma o Braga tentou igualar a qualidade do Porto.Debalde.

Está confiante que a equipa vai manter esta mecânica, apesar de não ser fácil manter estes resultados. Honestamente julga que foi a única oportunidade de uma vida para o SCB. De resto Portugal saiu vencedor, com um clima de amizade e de boas relações sem escaramuças a registar, os irlandeses ficaram estupefactos pela festa e pelo convívio patenteado e confraternizado entre claques em contraste com aquilo a que estamos habituados a ver “cá dentro”

Ficou claro para a Europa e para o Mundo que temos bons treinadores e bons jogadores e não esquecer, bons adeptos que ficaram bem em todas as fotografias. Em suma, estão todos de parabéns, quer vencedores quer vencidos, estes de forma muito honrada e orgulhosa, que deixam as suas gentes satisfeitas e com esperança (mesmo sem Domingos Paciência) em que este será apenas o primeiro acto de uma Peça que terá mais etapas semelhantes para culminar com um final feliz – Pode ser o de Campeão Nacional, vencedor de algumas Taças de Portugal ou da Liga ou quiça, já que andamos lá perto, fiamos a “isto” de trazer para o museu do SC Braga o troféu que pesa quinze kilos e mede 65 cm.

A festa ficou adiada para uma outra altura, porque assim quiseram os Deuses. Os mesmos que um dia festejarão tendo Baco como anfitrião. Agora com as cores vermelha e branca. À SCBRAGA!!!

terça-feira, 17 de maio de 2011

FINAL DE DUBLIN: Domingos Paciência jamais esquecerá adeptos SCB

Depois da habitual ambientação ao relvado palco da final, e luz artificial por parte de jogadores foi a vez de seguir para a sala de imprensa moderníssima do estádio Aviva, com Domingos e Alan como jogador escolhido e representando os jogadores seus colegas para falarem sobre o jogo final que vai acontecer daqui a menos de 24 horas.

«Ficarei no coração dos adeptos do Braga»

O treinador da equipa minhota evitou falar sobre o seu futuro, confessando apenas a expectativa de voltar um dia a disputar uma final europeia, como fará esta quarta-feira com o FC Porto para a vitória na Liga Europa.
A despedida do Braga já foi assumida por Domingos Paciência, mas o adeus aos minhotos ainda não está na mente do treinador, que só pensa na conquista da Liga Europa esta quarta-feira, em Dublin.

«Estou focado naquela taça e era um prazer ver os meus jogadores levantarem-na. A minha cabeça está tão ocupada com este jogo, que nem durmo muito bem só de pensar como é possível estar aqui e com o que pode acontecer», frisou o treinador dos arsenalistas, na conferência de imprensa de antevisão do duelo com o FC Porto.
Contudo, Domingos ainda admitiu que haverá sempre um carinho pelo clube e um lugar na história dos 'Guerreiros do Minho': «Aconteça o que acontecer, acho que ficarei no coração dos adeptos deste clube. Uma despedida não vai acontecer, porque vai ficar marcado na memória de muita gente. As dificuldades foram muitas… perante tantas situações que tivemos, o prémio de estar aqui hoje é pouco para o que têm feito».
A proeza de levar o Braga à final, deixando pelo caminho adversários como o Liverpool, o Dínamo Kiev ou o Benfica, fez Domingos Paciência saltar para a ribalta, mas o técnico dos arsenalistas mantém a humildade e partilha o protagonismo com os seus jogadores. «Por vezes um treinador tem de estar na hora certa, com os jogadores certos e o presidente certo. O futebol é o momento e estar neste momento, com estes jogadores, este presidente e estes adeptos só podia dar num momento destes», ressalvou.

O destino do técnico e a alusão ao Sporting foi comentada algumas vezes na conferência de imprensa, mas a única coisa que Domingos Paciência deixou escapar sobre o seu futuro foi a esperança de voltar a estar numa final europeia. «Se a minha carreira de treinador apagar o que fiz como jogador, fico feliz. Muitos de vocês lembram-se do que fiz, mas a partir deste momento sinto que posso ganhar mais. Espero que o futuro seja cada vez melhor e espero voltar a repetir isto»
O treinador do Braga confessa que os seus amigos do FC Porto desejam que seja ele a vencer a Liga Europa e não a equipa azul e branca onde se tornou um ídolo como jogador.


Domingos Paciência deu asas aos sonhos na conferência de imprensa de antevisão da final da Liga Europa, onde Braga e FC Porto disputam esta quarta-feira a primeira final europeia exclusivamente portuguesa.
O treinador da equipa minhota reconhece o poderio dos dragões, mas mantém viva a chama do sonho da vitória. «Para ganhar temos de estar nos limites e ser uma equipa perto da perfeição. Amanhã é um jogo em que tudo pode acontecer, mas para que possa acontecer a nosso favor temos de ser muito fortes para estar ao mesmo nível do Porto», afirma.
«Sinto um grande orgulho por o Braga estar a viver um momento como este. Todos nós temos direito a sonhar. Já é um sonho estar aqui mas ainda não quero bater na mesinha de cabeceira para acordar», confessa Domingos Paciência, sublinhando: «As pessoas que são minhas amigas, por mais portistas que sejam, gostavam que eu ganhasse e gostam de ver os pequeninos a bater os grandes. A ironia do destino fez com que fosse o FC Porto a aparecer na final, para bem da minha carreira, para apagar algumas críticas e insinuações. Defendo sempre os interesses do clube que represento e é o Braga que eu quero que ganhe amanhã».
Sobre o desafio de amanhã, Domingos não abre o jogo. «Dar o onze numa final era estar a dar trunfos ao adversário. Há jogadores que estão condicionados e temos de nos proteger. Uma ou outra alteração não vai mudar muito a equipa que nós somos e a equipa que o FC Porto é», explica.
Salientando o «grande conhecimento» mútuo que existe entre Braga e FC Porto, Domingos Paciência assumiu que haverá uma estratégia especial para um jogo único: «Temos de abordar de forma diferente este jogo do que fizemos no campeonato. A nossa mentalidade vai ser explorar aquilo em que somos fortes e anular onde o FC Porto é forte. Se fizermos isso estaremos mais perto de ganhar», concluiu.

Já Alan deixou palavras de crença e esperança no grupo:

Esta quarta-feira é o dia da grande final da Liga Europa, entre FC Porto e Sporting de Braga.
Em conferência de imprensa de antevisão no auditório da Arena de Dublin, Alan avançado do Sporting de Braga garantiu que o rival português de amanhã, o FC Porto, é favorito a levar o troféu para a Invicta.

«O FC Porto é favorito pelo histórico mas numa final tudo pode acontecer. Temos de jogar nos limites para tentar ganhar. O Sporting de Braga tem equipa para vencer o FC Porto, até porque fizemos bons jogos contra eles para o campeonato, onde perdemos por detalhes. Nesta final quem errar menos, vence», disse Alan, esta terça-feira, no auditório do palco de amanhã.
O jogador brasileiro sabe do «valor» do FC Porto mas lembrou o jogo contra o Liverpool, dizendo que o desafio dos oitavos de final da Liga Europa foi o «mais decisivo» neste trajecto europeu dos minhotos.
«Todo o mundo pensava que o Braga ia perder e conseguimos vencer, foi sem dúvida um momento marcante. Agora, chegar a uma final pelo Braga e sermos campeões vai ter uma dimensão incrível», referiu.

Foi na conferência de imprensa de antevisão da final da Liga Europa, entre Sporting de Braga e FC Porto, perante uma centena de jornalistas (portugueses e estrangeiros), que Lima lembrou o ano europeu «extraordinário» destes Guerreiros do Minho.
«Toda a gente sabe da união que existe na nossa equipa e espero que todos os jogadores estejam em grande, como estivemos em Sevilha», disse Lima, esta terça-feira, no auditório da Arena de Dublin referindo-se ao jogo que deu acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões.
Depois de ter eliminado o Celtic e o Sevilha na Liga dos Campeões, o Dínamo de Kiev, Liverpool e Benfica na Liverpool, os minhotos encontram os seus vizinhos nortenhos na grande final da Liga Europa.
«Todo o mundo conhece o trajecto do FC Porto, um ataque super forte e com uma boa defesa. Sabemos das dificuldades mas temos que manter a confiança. Já enfrentámos grandes clubes e amanhã temos de jogar nos limites para surpreender o FC Porto», salientou.
O avançado brasileiro diz que o FC Porto será a equipa que lhe apresentará maiores dificuldades no percurso europeu deste Sporting de Braga.
«Este FC Porto tem uma qualidade espectacular mas não é imbatível», realçou.

FC Porto e Braga defrontam-se esta quarta-feira para a final da Liga Europa, em jogo marcado para a Arena de Dublin, às 19h45.

Agora é esperar que a bola comece a rolar lá para as bandas da verdejante Irlanda e como verde é também a cor da esperança vamos todos a isso! CAR com sapo.pt

MERCADO: TODOS os nomes relacionados ao SCB como ENTRADAS

A partir de hoje, vésperas do jogo da vida do SCB, a final em Dublin para a Europa League e porque depois termina a época para os jogadores do SCB, vamos neste artigo escrever TODOS os nomes uqe sejam mencinados pela imprensa como sendo reforços para a ´época 2011/2012, fornecendo sempre a fonte da informação. De igual modo vai acontecer com as SAÍDAS. Quer num quer noutro campo temos já alguma referências sobretudo em matéria de saídas, como são caso disso a equipa técnica comandada por Domingos (Sporting), Artur Moraes (4 anos para Slb), Rodriguez (Sporting?), Paulão (Eskisehirspor), Hugo Viana, Custódio, Sílvio (Atlético de Madrid)...

Quanto a entradas as já há muito conhecidas de Rodrigo Gallo e Zé Luís (Gil Vicente), Djamal (Beira-Mar), Imorou (Châteauroux) ou Matías Degrà, guarda-redes do (Astera Tripolis).

A meio da época, numa espécie de "limpeza do balneário" sairam:
Jogadores que saíram a meio da época:

Felipe (guarda-redes): destino: Flamengo
Elton (avançado): destino: Vasco da Gama
Luis Aguiar (médio): destino: Peñarol
Matheus (avançado): destino: Dnipro
Moisés (defesa-central): destino: Al-Rayyan
George Lucas (lateral-direito): destino: Avaí
Leo Fortunato (defesa-central): destino: Bahia

Listagem de nomes "colocados" pela imprensa no SCB para época 2011/2012 desde 17 de Maio de 2011:

1-Emmanuel Imorou revela contrato com o Sp. Braga
 Lateral-esquerdo em final de contrato com o Châteauroux deixa a segunda liga francesa. Minhotos não  confirmam.
 Emmanuel Imorou revelou esta quinta-feira ter assinado por cinco épocas com o Sporting de Braga.
 O lateral-esquerdo de 22 anos encontra-se em final de contrato com o Châteauroux e, na última época,    esteve emprestado ao Gueugnon, II liga francesa.
 Contactado pelo Maisfutebol, o Sp. Braga não confirmou o acordo com o defesa.

2-Mossoró tem acordo para renovar

Numa altura em que se prevêem muitas saídas do plantel, Mossoró revelou que vai permanecer no clube, tendo acordo para renovar o vínculo por mais quatro anos.
«Só falta assinar», disse o jogador, que ficará, desta forma, ligado ao SC Braga até ao Verão de 2015.
Sobre o jogo, Mossoró explicou aquela que foi talvez a grande oportunidade de golo da sua equipa: «Foi um lance muito rápido, vi o Helton a cair e tentei colocar a bola no outro lado, mas a bola não subiu.»
A concluir deixou bem patente o sentimento de frustração: «Merecíamos mais.» ABOLA

MERCADO: TODOS os nomes relacionados ao SCB como SAÍDAS


A partir de hoje, vésperas do jogo da vida do SCB, a final em Dublin para a Europa League e porque depois termina a época para os jogadores do SCB, vamos neste artigo escrever TODOS os nomes que sejam mencinados pela imprensa como sendo reforços para a época 2011/2012, fornecendo sempre a fonte da informação. De igual modo o que vai acontecer com as SAÍDAS. Quer num quer noutro campo temos já alguma referências sobretudo em matéria de saídas, como são caso disso a equipa técnica comandada por Domingos (Sporting), Artur Moraes (4 anos para Slb), Rodriguez (Sporting?), Paulão (Eskisehirspor), Hugo Viana, Custódio, Sílvio (Atlético de Madrid)...
Quanto a entradas as já há muito conhecidas de Rodrigo Gallo e Zé Luís (Gil Vicente), Djamal (Beira-Mar), Issou (Chatêauroux) ou Matías Degrà, guarda-redes do (Astera Tripolis).

   Saídas de jogadores do SCB "colocados" pela imprensa desde 17 de Maio de 2011:
1- Vandinho confirma saída

Médio pode rumar ao Médio Oriente
Vandinho anunciou logo após o final do jogo que vai deixar o Sp. Braga no final desta temporada. O médio pode estar a caminho do Médio Oriente mas não quis confirmar que clube vai representar.
“Não há nada ainda em concreto, mas estava à espera de acabar a competição para anunciar a minha saída. Procurei trabalhar da melhor forma dando o meu melhor. Foram dois anos de Rio Ave e sete anos de Sp. Braga. Fui muito feliz em Portugal”, frisou Vandinho à Sport Tv.
O jogador brasileiro agradeceu o apoio dos adeptos minhotos: “Quem ganhou foram os adeptos que nos apoiaram até à final, mas não conseguimos o nosso sonho. Para mim o ciclo no Sp. Braga também está encerrado. Foram sete anos de muita alegria aqui. Só tenho de agradecer a toda a gente que trabalha no clube. Estou a sair de cabeça erguida, triste, mas a vida é assim mesmo”.MAISFUTEBOL

2 - «Confirmo que vou para o Atlético Madrid» - Sílvio





Sílvio acabou com os rumores e confirmou a transferência para o Atlético Madrid.
«Confirmo que vou para o Atl. Madrid. Foi o meu último jogo com a camisola do SC Braga. Vou agarrar um desafio aliciante em Espanha, onde espero ser feliz», explicou o internacional português.
Sobre a partida, o lateral destacou a eficácia dos azuis e brancos. «O FC Porto teve uma oportunidade de golo e concretizou-a», rematou.ABOLA

FUTSAL: SCB Consegue vencer Série A

Enquanto em futebol a equipa sénior do SCB vive uma semana de grandes desisões com a disputa da final da EUROPA LEAGUE, com outra equipa portuguesa, o FC Porto, facto que tem feito correr muita tinta para orgulho do futebol português e para os portugueses, o SCB/AAUM este fim-de-semana carimbou aquilo por que já se esperava: Com um triunfo suado frente ao Lameirinhas, em Gualtar, no mini-Axa conseguiu o primeiro lugar na Série A.

A uma jornada do final do campeonato da II Divisão Nacional de Futsal o Sp. Braga depois de ter garantido há umas semanas a subida ao escalão máximo, este fim-de-semana conseguiu outro objectivo: O de ser vencedor da Série A que faz com venha a disputar o cepto nacional com o vencedor da Série B que será o Leões de Porto Salvo. Caso vença esse confronto será o maior troféu do SCB nesta modalidade depois de ter estado pouco tempo na Divisão maior após a transformação da turma do S. Lázaro em SCB. Mais tarde passaria a parceria com a Academia Minhota pelo que a mesma começa a surtir resultados. Para já com a subida, depois venha daí o título nacional e depois tudo fazer para manter a equipa na I Divisão de modo a que consiga a curto prazo proezas que orgulhem a nação bracarense.

 A outra equipa bracarense, o ASCREDNO, é que ao deixar-se perder no seu terreno diante um adversário directo na luta pela permanência (4-6 com o FarLab) deu um passo rumo á despromoção mas se houver conjugação favorável de outros resultados que envolvam equipas da cauda da tabela ainda s pode manter na II Divisão Nacional, onde já milita há vários anos. CAR

Resultados da 25ª Jornada
Foz 1-2 Viseu Futsal
Junqueira 2-5 Boavista
Bom Pastor 3-3 Póvoa Futsal
Covão Lobo 7-10 Chaves Futsal
Nogueiró 4-6 Farlab
Sp. Braga 4-3 Lameirinhas
Lamas Futsal 0-5 Académica

CLASSIFICAÇÃO
1 Sp. Braga 60 25 19 3 3 101 60
2 Académica 55 25 17 4 4 116 58
3 Chaves Futsal 46 25 14 4 7 97 65
4 Boavista 45 25 14 3 8 111 73
5 Viseu Futsal 44 25 14 2 9 106 78
6 Póvoa Futsal 39 25 11 6 8 95 92 
7 Foz 37 25 12 1 12 89 88
8 Covão Lobo 34 25 10 4 11 108 109
9 Farlab 27 25 8 3 14 102 123
10 Lameirinhas 26 25 8 2 15 93 97
11 Bom Pastor 24 25 7 3 15 104 139
12 Nogueiró 23 25 6 5 14 78 122
13 Lamas Futsal 22 25 7 1 17 80 136 
14 Junqueira 21 25 6 3 16 73 113

SCB: Já está em Dublin.

A comitiva do SCB que inclui todo o plantel, mesmo jogadores que nunca participaram neste temporada, como é exemplo, o guarda-redes Quim, chegou ao ínicio da tarde á capital irlandesa sem qualquer percalço durante a viagem, ma que antes ainda em terras lusas deixaram os seus adeptos com "água na boca" pois foram "ludibriados" por todo staff, que os fintaram ao optarem por uma saída alternativa.

Final de Dublin: Braga finta os adeptos

O Sporting de Braga partiu, esta manhã de terça-feira, para Dublin. A equipa minhota fez-se à pista pela zona VIP e fintou as duas mão-cheias de adeptos que se deslocaram ao aeroporto Sá Carneiro.

Os poucos adeptos do Braga que se deslocaram ao aeroporto ficaram desiludidos com a finta da equipa, que entrou na aerogare directamente pela zona VIP, furtando-se ao convívio com os apoiantes, ao contrário do que sucedeu com o F. C. Porto, que partiu para Dublin na segunda-feira.

Entretanto, o Sp. Braga vai ficar de resto instalado no Fitzpatrick Castle, uma unidade hoteleira que o treinador Domingos Paciência e o manager Fernando Couto bem conhecem: quando ainda jogavam à bola, ficaram instalados neste mesmo hotel no estágio de preparação do Europeu 96, que se realizou em Inglaterra.

Domingos confirmou mesmo essa informação à chegada ao hotel, ele que no Euro 96 fez um golo (na vitória 3-0 sobre a Croácia), sendo que também Fernando Couto marcou um golo na competição (na vitória por 1-0 sobre a Turquia). Portugal acabou eliminado nos quartos-de-final por um golo de Poborsky.
As duas equipas encontram-se quarta-feira na Dublin Arena para disputar a final da Liga Europa. "É um marco histórico na vida do Braga e poucas pessoas pensavam que poderíamos chegar à final", disse o presidente do clube bracarense, António Salvador.

"Acreditamos que podemos vencer", revelou o presidente do clube minhoto. "É um sonho da cidade, do clube e não apenas meu", disse António Salvador. Com fé, mas realista.

"O Braga tem grandes jogadores e é uma equipa forte, mas vai defrontar uma grande equipa, como é o F. C. Porto, que vai jogar a quinta final europeia da sua história e por isso tem mais favoritismo", analisou António Salvador. "No entanto, já demos provas de que podemos ultrapassar grandes barreiras", acrescentou o presidente do Braga.

"Sempre disse que queria ver este clube a ganhar e o futuro continuará a ser assim", acrescentou o presidente do Sporting de Braga.

Aviva Stadium de Dublin

Arena de Dublin espera casa cheia e impacto de 25 milhões

UEFA patrocinou a construção de um novo relvado para o futebol juvenil em Dublin
Os responsáveis pela Arena de Dublin, palco da final da Liga Europa, esperam casa cheia no confronto entre F.C. Porto e Sporting de Braga, agendado para esta quarta-feira.

Em informações conseguidas de fonte da organização, os responsáveis irlandeses salientaram o impacto que esta final vai provocar na economia e no futebol locais.

A visita da Rainha de Inglaterra, seguida de Barack Obama, está naturalmente a desviar as atenções da população e da imprensa. De qualquer forma, este será um evento com destaque no país.

As últimas estimativas apontam para um impacto de 25 milhões de euros na economia local. Para além disso, a UEFA patrocinou a construção de um novo campo de futebol para crianças em Dublin. A UEFA aproveitou a final da Liga Europa para promover um torneio de jovens, procurando ganhar mais adeptos para um desporto que compete com o râguebi, o futebol gaélico e o hurling. Muitos desses jovens terão entrada gratuita na final.

KARL Um amigo em Dublin.
Conheci-o através do "nosso" site superbraga.com. Mais recentemente porque quer elaborar um livro com a participação dos colaboradores no fórum do referido "site" e como já escrevi uma boa meia-dúzia de textos - e não vai ficar por aqui - começamos a contactar por facebook e outros para tratar de questões relacionadas com o livro que quer seja obra de todos que nele participarem, com episódios onde o denominador comum seja o SCB: Um jogo especial, factos extra por via do SCB, Amizades com atletas.
Quando nasceu a ideia o ano passado ele convida através do fórum do superbraga.com:
 "Se toda a gente escreveu 500 palavras sobre o melhor jogo de Braga que já vi que nós poderíamos fazer um grande livro para o Natal. Se alguém estiver interessado por favor envie um email para karlbragaceltic@hotmail.com

Português, Inglês, Espanhol, Francês ou qualquer outra língua que você preferir.
Se alguém tiver alguma idéia por favor me envie um e-mail"

Assim, em sua homenagem, pelo facto de ser "estrangeiro" e se ter apaixonado há quase 10 anos pelo SCB, apelam-me outros valores pelo que deixo aqui um excerto da reportagem que fizeram com ele pelo facto de ser "gente de Dublin" e se ter apaixonado pelo SCB e por ser o adepto-modelo:

Karl Donnelly: «Sou irlandês e apaixonei-me pelo Sp. Braga»
Veio passar férias a Portugal em 2002 e ficou até hoje. Agora regressa a Dublin de bandeira em punho para apoiar o clube do coração. «É incrível!»

A paixão não escolhe credo, nem cor. Karl Donnelly é a personificação perfeita deste cliché. O irlandês vive uma relação intensíssima com o Sp. Braga há oito anos. É mais do que um casamento, «é uma vida de dedicação». A declaração causa alguma estranheza, na verdade. Não é comum, longe disso, ver um nativo de Dublin embrenhado na causa dos «Guerreiros do Minho».

Karl dá a explicação possível. A única que conhece, a real. «Em 2002 vim passar férias a Espanha e Portugal. Fui a Sanxenxo, Vigo, Valença do Minho, Guimarães, Braga e Porto. Assisti a um jogo de futebol entre o Sp. Braga e o Sporting. Acabou 4-2, com dois golos do Barroso, um do Artur Jorge e outro do Glauber. Apaixonei-me nessa tarde pelo clube e pela cidade».

Findo o período estival, Karl regressou «à chuva de Dublin». «Senti o chamamento do Sp. Braga e do sol», ri-se. «Adorei a forma como fui tratado. Sem qualquer preconceito. Ganhava mais dinheiro na Rep. Irlanda, mas para mim o importante é estar feliz. Algumas semanas depois voltei a Portugal e fiquei até hoje. Adoro a qualidade de vida de cá, mesmo com a crise e salários baixos. A simpatia das pessoas e o clima fazem toda a diferença.»

«5-0 para o F.C. Porto ou 1-0 para o Sp. Braga»
Para sobreviver, Karl fez de tudo um pouco. Trabalhou num bar, foi professor de inglês e está agora numa empresa de informática. Paralelamente, segue o Sp. Braga para todo o lado. Em Dublin vai juntar o útil ao agradável. Regressa às raízes e vê o clube do coração numa final europeia.

«É incrível, nunca pensei que isto seria possível. Quando comecei a apoiar o Braga estávamos a lutar para não descer de divisão. É a maior felicidade possível para mim», conta este «irlandês e minhoto», como faz questão de sublinhar.

«O resultado na final até é secundário. Temos de aproveitar o momento. Há duas hipóteses, em minha opinião: ou o F.C. Porto ganha 5-0 ou o Sp. Braga ganha 1-0», vinca, num português cuidado, Karl Donnelly. O homem é a boa disposição em pessoa. «Certo dia vi o pequeno Wimbledon a ganhar ao Liverpool na final da FA Cup. Tudo é possível.»

«Há muito em comum entre a história de Dublin e o Sp. Braga. Ambos tiveram de ultrapassar grandes obstáculos. Uni estas duas paixões numa bandeira irlandesa. Vai comigo para todo o lado e estará em Dublin, claro. Comprei-a e pintei-a de propósito para o jantar de comemoração do segundo lugar em 2009/10. Subi ao palco e discursei para todos os bracarenses. Que orgulho!»

«A minha chefe benfiquista deu-me umas folgas»
Na Rep. Irlanda, Karl Donnelly apoia o modestíssimo St. Patrick¿s Athletic (Dublin). Está, por isso, habituado a sofrer. No seu país ninguém puxa por um clube de outra terra. Por mais derrotas que sofra na pele. «É o que mais estranho em Portugal. Ver pessoas de uma cidade a apoiar uma equipa que tem o estádio a 100 ou 200 kms. Quando se gosta, gosta-se na vitória e na derrota.»

O fair-play é, de resto, uma constante na predisposição de Karl Donnelly. Tem uma chefe benfiquista, conhece alguns sportinguistas e ainda mais portistas. Dá-se bem com toda a gente. «A minha chefe até me deu umas folgas para ir a Dublin. Vou para Faro na segunda-feira e terça embarco para a Irlanda. Só não sei se ela me deixava ir se a final fosse contra o clube dela.» E mais risos.

Quarta-feira, se vir nas bancadas do estádio uma bandeira irlandesa pintada com letras pretas e a mensagem «Vocês vivem os nossos», já sabe. É Karl que a segura.  CAR e maisfutebol.pt

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Espectadores: SCB Consegue melhor marca que época passada e é 4º

Depois de terminada mais uma edição da Liga alguns dados finais são já onhecidos como é exemplo disso o painel de espectadores correspondente a cada equipa e assistência total no seu respectivo recinto.
Assim temos como novidade, a troca de posições em relação ás últimas temporadas cujo 4º lugar era pertença de vimaranenses, mas que esta época passou a pertencer ao SXB que consegue ainda melhor média de espectadores que a época anterior onde conseguiu a conquista da segunda posição.

Eis o quadro total para os 20 primeiros clubes com destaque para a presença de alguns emblemas da II Liga que conseguem mais assistência que alguns clubes primodivisionários, como é exemplo digno o Gil Vicente, na 9ª posição para o actual segundo classificado da Liga Orangina, mas que pode ainda subir pelo menos duas posições pois ainda tem um jogo para realizar no estádio cidade de Barcelos pelo que é quase certo a sua presença no final na...6, 7ª posição!
Por esse facto, está de parabéns o futebol minhoto pela presença nos 10 primeiros de 3 clubes desta região, e por arrasto da A.F. Braga:

Ranking Clube Nº de Espectadores

1º Benfica Liga Zon Sagres 657.550

2º Porto Liga Zon Sagres 601.436

3º Sporting Liga Zon Sagres 393.596

4º Braga Liga Zon Sagres 231.281

5º V.Guimarães Liga Zon Sagres 215.445

6º Académica Liga Zon Sagres 68.929

7º Beira-Mar Liga Zon Sagres 61.141

8º V.Setúbal Liga Zon Sagres 60.128

9º G.Vicente Liga Orangina 60.033

10º Marítimo Liga Zon Sagres 52.398

11º Olhanense Liga Zon Sagres 51.075

12º Portimonense Liga Zon Sagres 49.851

13º Leiria Liga Zon Sagres 36.751

14º Rio Ave Liga Zon Sagres 36.288

15º Nacional Liga Zon Sagres 32.916

16º P. Ferreira Liga Zon Sagres 30.624

17º Trofense Liga Orangina 26.228

18º Leixões Liga Orangina 25.598

19º Naval Liga Zon Sagres 24.411

20º Varzim Liga Orangina 24.118